segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Como cuidar das roupinhas do bebê?

As peças do bebê exigem cuidados especiais na hora de lavar, secar e passar para prevenir irritações e alergias.
Aquele cheirinho agradável de roupa nova das lojas do bebê deve ficar somente na lembrança, pois os especialistas aconselham lavar todas as peças antes de usá-las. Esse cuidado não precisa ser eterno, mas deve ser adotado pelo menos até o primeiro trimestre de vida. Outra precaução importante nesse período é não utilizar produtos químicos, incluindo amaciantes. “É bom não abusar nos primeiros dias de vida. Apesar do cheirinho agradável, o bebê ainda é muito vulnerável e existe risco de alergias e irritações”, avisa Viviane Paulucci, sócia da consultoria Baby Planners, em São Paulo.

Ela ainda considera importante lavar as roupas na mão nos primeiros meses, mas admite que o uso da fronha ou de sacos de lavagem nas máquinas pode ser adotado sem problemas. O que não pode é misturar a roupa do bebê com a dos demais familiares, especialmente se alguém apresentar algum problema dermatológico. O recém-nascido tem a pele sensível e sempre existe a probabilidade de contaminação. Débora Araújo, consultora da Personal Bebê, aconselha até comprar baldes exclusivos para as roupinhas do novo membro da família.

Aliás, os baldes podem ser a alternativa para a rotatividade das trocas. “Uma boa dica é tirar a roupinha do bebê e já deixar de molho com sabão neutro para lavar no fim do dia”, ensina Viviane. A recomendação também facilita a remoção das manchas de papinhas e outras sujeiras típicas dos bebês maiores. Nesse caso, aconselha-se o uso de água morna, sabão de coco e sol. “O ideal é esfregar com o sabão e deixar ao sol por algumas horas. Depois é só lavar normalmente e enxaguar muito bem”, ensina Debora. Outra dica é usar vinagre ou talco nas manchas. As especialistas não recomendam água sanitária, mas admitem o uso de produtos químicos especializados para bebês após o primeiro trimestre.

“É interessante colocar meias, luvas, gorros e sapatinhos dentro de um saco próprio para lavagem de roupas delicadas ou até mesmo dentro de uma fronha.
Por serem peças muito pequenas, isso evita que se percam.” Debora lembra que fechar os botões das roupinhas é importante para não estragar as peças mais sensíveis, enquanto Viviane aconselha retirar as etiquetas. Peças de linha e lã devem ser lavadas a mão, pois duram mais. Se optarem pela máquina, é melhor não centrifugá-la. Ambas as especialistas reforçam a importância de passar as roupas com ferro quente para reforçar a higienização.

Cuidados básicos:

1- Não misture a roupa do bebê com as roupas da família.

2- Use sabão neutro principalmente no primeiro trimestre de vida do bebê.

3- Produtos químicos não são recomendados. Só é aconselhável utilizar fórmulas de limpeza especializadas após os primeiros meses.

4- Se for utilizar a máquina de lavar, adote fronhas e sacos para roupas delicadas.

5- Passe as roupas com ferro quente.

6- Deixe as peças de molho após as trocas e lave-as no fim do dia.

7- Para tirar manchas, não utilize água sanitária. Recomendam-se receitas caseiras e produtos especializados para bebês.


Com carinho,
Meu bebê. My baby.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Lista de enxoval do bebê.


Rotina da casa e estação do ano são alguns dos critérios para definir a quantidade, a variedade e o tamanho das peças do enxoval do bebê. O sexo também deve ser avaliado. Há, no entanto, uma regra válida para todas as famílias: não exagere nas compras. “O enxoval do bebê muda a cada três meses”, garante Viviane Paulucci, sócia da consultoria Baby Planner.

Ela explica que cada família exige um enxoval diferente. “Há casas em que a frequência de lavar e passar as roupas do bebê permite que se obtenha uma quantidade mínima dos itens necessários. Outras, se seguirem a lista à risca, precisarão voltar às compras por falta de roupas secas.” A troca do bebê, segundo Viviane, acompanha o período da mamada. Ou seja, a cada três horas. Portanto, o pequeno precisa ter entre cinco e oito trocas de roupas por dia.

Débora Araújo, consultora da Personal Bebê, reforça que a quantidade é apenas uma sugestão. “É relativo. Menino, por exemplo, usa menos o tamanho RN em relação à menina”, diz. Ambas concordam que o enxoval deve ser planejado de acordo com o crescimento da criança e a época do ano. É por isso que o site do Bebê preparou dicas de vestuário adequadas a cada estação.

O local do nascimento também faz toda a diferença: cidades de clima quente, como Belém do Pará, exigem apenas um par de luvas, por precaução. Já quem tem filho na Região Sul, onde predomina o frio, deve transformar o acessório em item básico da lista do enxoval. Mas uma coisa é certa: faça chuva, faça sol, todos os bebês precisam dos conhecidos itens de banho, higiene e acessórios.

Lista básica do enxoval do bebê:

Higiene
- 12 fraldas de pano (pacote) 
- 6 fraldinhas de boca 
- 8 pacotes de fraldas descartáveis RN/P 
- 2 pacotes de algodão 
- Fita adesiva
- Caixas de lenços umedecidos
- Pomadas para assaduras 
- Hastes flexíveis de algodão
- Frasco de álcool 70% para limpeza do umbigo
- Cortador ou tesourinha de pontas arredondadas
- Pinça

Na hora do banho.
- 4 toalhas de banho com capuz 
- Sabonete neutro 
- Xampu neutro
- Condicionador
- Esponja macia para o banho do bebê
- Óleo para bebê
- Jogo de escova e pente
- Banheira
- Saboneteira
- Talco
-  Lavanda ou colônia
- Termômetro para banheira

Acessórios.
- 4 mamadeiras
- 6 cabides
- Termômetro para medir a temperatura do bebê
- Trocador macio
- Prato adequado para papinhas
- Jogo de talheres para bebê
- Chupetas
- Prendedores de chupetas
- Porta-chupeta
- Esterilizador de mamadeiras e chupetas
- Kit de escovas para limpeza das mamadeiras

Passeio.
- Cadeirinha de bebê para transporte no carro
- Carrinho
- Trocador portátil
- Sling ou canguru
- Bolsas 

Para o quarto.
- Berço
- Colchão
- Protetor de colchão
- Lixeira para fraldas
- Lembrancinha da maternidade para as visitas
- Enfeite de porta
- Almofada para amamentar
- Kit de berço: edredon, trocador, saias de berço e almofadas laterais
- Cortina
- Garrafa térmica, para manter água aquecida na hora da troca do bebê
- Travesseiros ou rolinhos
- Babá eletrônica
- Porta acessórios ou cesta farmácia
 Um guia completo dos itens básicos, opcionais e das peças específicas para bebês que irão nascer em época de frio ou de calor


Dicas para acertar nos itens básicos.
- Fraldas de pano: são consideradas curingas em qualquer estação. Servem como toalhas para recém-nascidos ou para forrá-las. Vale fazer uma barra para evitar que desfiem nos três primeiros meses. Quantidade mínima: 1 pacote de 12 fraldas

-Fraldinhas de boca: são usadas desde a maternidade, durante a amamentação. Deve-se prestar atenção em bordados e enfeites que possam machucar a pele do bebê. Esses acessórios também servem para secar o suor do calor em locais mais quentes. Quantidade: de seis a dez fraldinhas.

- Fraldas descartáveis: não se deve exagerar no estoque tamanho RN. São recomendados, pelo menos, dois pacotes. A média de troca é de oito fraldas por dia, o que corresponde a um pacote. Quantidade: de oito a dez pacotes de fraldas RN/P.

- Toalhas: é importante proteger a cabeça do bebê com o capuz das toalhas, independentemente da estação. Escolha sempre tecidos macios ou utilize as fraldas para enxugar o bebê. Quantidade: de quatro a seis toalhas.

-Sabonetes: sempre neutros. Recomenda-se adquirir nos formatos líquidos e em barra e testar a conveniência para quem irá dar banho no bebê.

- Pomadas para assaduras: é indispensável comprar um creme de tratamento de assaduras, conforme as orientações do pediatra e, no mínimo, três pastas para prevenção.

- Travesseiros: não são considerados itens obrigatórios para o enxoval. A maioria dos bebês não os utiliza, mas, em alguns casos, torna-se uma recomendação médica. Há famílias que preferem os rolinhos para o bebê dormir de lado ou para segurá-lo no berço.

- Pacotes de algodão: são utilizados para a troca do bebê, na hora da limpeza e da passagem de óleo ou no banho. O ideal é armazenar o algodão em um recipiente para facilitar o acesso na hora da troca de roupa.

-Bolsas: elas são necessárias para a locomoção e devem seguir o estilo de cada mamãe. Adquira, pelo menos, duas delas, em tamanhos diferentes: grande e pequena.

Seu bebê vai nascer em época de frio?

Não há dúvida de que gorros e luvas farão parte do enxoval do seu bebê, mas e a lã? É claro que um casaquinho de frio é obrigatório para protegê-lo, mas a escolha do tecido faz parte das polêmicas da maternidade. Até mesmo as consultoras, entrevistadas para esta reportagem, não formam um consenso sobre o uso da lã. Viviane, da Baby Planners, sugere a substituição pela linha, enquanto Débora, da Personal Bebê, propõe a lã antialérgica.

Outra dúvida comum se refere à roupa ideal para o frio: o macacão felpudo, que só de olhar dá calor, ou várias camadas de roupinhas, para aquecer melhor o corpinho do bebê? Débora recomenda o uso do body de manga curta, com tecido mais leve, por baixo de outro, de manga longa. Por fim, um macacãozinho ou casaquinho. “Quanto mais camadas de roupa, melhor para manter o pequeno aquecido”, diz. Já Viviane considera que basta um body, seguido de um macacão mais quente, próprio para um clima muito frio. “O excesso de peças pode prejudicar os movimentos do bebê”, opina.

Independentemente dos hábitos que você adquirir para agasalhar seu filho, vale ressaltar algumas orientações: cobertor, manta ou cueiro devem ser escolhidos com base no toque. Ninguém melhor do que você para avaliar o tecido mais confortável para o seu pequeno. Seguem algumas dicas para o enxoval do bebê que nascerá em estações mais frias:

Joelheira – É importante para proteger o bebê dos pisos frios, quando ele começa a engatinhar, ou quando se esparrama pelo chão

Luvas – O tecido deve ser sempre antialérgico. A quantidade mínima recomendada é de três itens. Deve-se lembrar que a luvinha estará sempre na boca assim que o bebê descobrir as próprias mãos.

Gorros – É sempre recomendado aquecer a cabeça do bebê com o capuz do macacão, do casaquinho ou com a diversidade de gorros e capuzes disponível no mercado. Algodão e tecidos antialérgicos são bastante apropriados.

Cobertores – Apesar do frio, a quantidade não muda em relação ao bebê que nasce no calor. Se pequeno, precisará de dois cobertores, no mínimo, sendo um mais leve e outro mais quente. Soft é um dos tecidos recomendados para clima mais frio.

Mantas – Elas são curingas para o enxoval dos bebês de inverno. Devem estar sempre à mão. Os tecidos são diversos, mas o piquê é mais recomendado para os dias frios.

Macacão longo – Seu bebê precisará de pelo menos seis peças. O modelo com capuz é o mais indicado, assim como os que são abotoados na frente, porque não agridem a pele dele, além de facilitar na hora de vesti-lo. Soft, algodão e tecidos importados são os mais citados pelas especialistas.

Bodys de manga longa – Não custa nada lembrá-la da importância de dar preferência ao algodão, que é antialérgico e quentinho. A quantidade mínima, no tamanho RN/P, é de seis peças. Mais isso varia de acordo com a rotina de secagem de roupas, em sua casa.

Calças – Novamente o algodão é o favorito, mas outros tecidos mais quentes, como o plush, também podem ser considerados. Recomenda-se adquirir uma quantidade maior de calças com pé – no mínimo seis –, sem se esquecer de comprar algumas comuns.

Sapatinhos – Eles não são só lindos! Também têm a função de manter os pés quentinhos. É sempre bom alertá-la para evitar os exageros. Não se esqueça de incluir, no mínimo, seis meias na lista de compras.

Seu bebê vai nascer no período de calor?

Faça sol ou chuva, o body, embaixo do macacão, é indispensável. Portanto, a orientação é adquirir, em média, seis peças. Não se engane, reduzindo as quantidades, só porque é época de sol e a secagem das roupas é mais rápida. O bebê do verão mantém a mesma frequência de trocas ao dia que o bebê de inverno. Ou seja, oito.

Também não vale riscar da lista o macacão, ou body, de manga longa. O tamanho das peças deve acompanhar o desenvolvimento da criança: pequeno e recém-nascido para o primeiro trimestre, médio para segundo e grande para o terceiro.

O cueiro também é importante para aquecer o bebê, assim como as mantas. Vale acessar as dicas de inverno para a compra de cobertor, meias e luvas. Sim, eles são itens obrigatórios mesmo no período de calor. Por fim, o mosquiteiro é outro acessório que pode se tornar crucial, no verão, para manter os insetos longe do seu filho.

Seguem algumas orientações para a montagem do enxoval de calor:

Bodys de manga curta – Perdão pela insistência, mas os tecidos 100% algodão e antialérgicos são sempre os mais recomendados. Mas não subestime seu tato na hora de buscar alternativas. Uma dica valiosa é não deixar os bodies baratinhos fora da lista. Eles são curingas tanto no calor como no frio. A quantidade mínima é de seis itens.

Lençóis – Quatro é a quantidade ideal para o verão, mas esse número deve aumentar para seis em casos de limitações para a secagem de roupas. Tecidos leves e macios, como o algodão, continuam em destaque. Lembre-se de providenciar quatro peças adicionais para o carrinho do bebê.

Meias  Elas são importantes para aquecer os pés do recém-nascido, mesmo em altas temperaturas. O bebê necessitará de, pelo menos, três pares. Se possível, o melhor é providenciar de quatro a seis peças.

Sapatinhos de lã Apesar da polêmica que o tecido provoca entre as mães, a lã antialérgica é uma ótima dica de verão para aquecer os pezinhos e fixar as meias dos recém-nascidos. Uma boa opção são os sapatinhos feitos com elásticos.


Com carinho,
Meu bebê. My baby.

Paternidade.

Muitas gestantes ainda se referem à gravidez com exclusividade, utilizando-se de expressões que, consciente e inconscientemente, transmitem a mensagem que são questões puramente femininas, como se o homem fosse apenas continente de suas angústias e ansiedades e, paradoxalmente, ressentem-se pela indiferença de seus parceiros.
Tais atitudes refletem posturas ancestrais quando, de fato, o homem era excluído da relação e sua participação terminasse no momento em que o bebê era concebido.
Felizmente os tempos mudaram, e o que vemos atualmente é que cada vez mais aumenta o número de homens que desejam participar ativamente do processo da paternidade, constituindo-se num elemento-chave indispensável da equação pré-natal. Assim, não se considera apenas a mulher grávida, mas o casal grávido.
Durante os meses de gestação, o feto ouve a voz paterna e percebe a influência que exerce em sua mãe, através dos batimentos cardíacos, produção hormonal e corrente sangüínea. Tudo quanto afeta positiva e negativamente sua mãe, afeta-o também e as questões conjugais entram em jogo com um grande peso, já que são as que mais atingem emocionalmente a gestante.
A voz paterna é tão importante para a criança que se o pai se comunicar com ela ainda in útero, a criança é capaz de reconhecê-la e de reagir, logo ao nascer. Assim, se por qualquer obstáculo mãe e bebê são separados após o nascimento, e se a mãe estiver impossibilitada de acompanhar sua recuperação, o pai deve assumir e estabelecer contato com ele para que não perca seus referenciais intra-uterinos, podendo sentir-se novamente em segurança.
É' verdade que fisiologicamente o homem está em desvantagem, já que quem gesta o bebê é a mulher, porém, se ela puder ajudá-lo e conseguir introduzi-lo nesta relação tão íntima, fazendo-lhe um lugar, este pai poderá assumir a função que lhe é de direito e de amor e o vínculo paterno-filial irá se fortalecendo com o passar do tempo, aumentando seu envolvimento e prazer em acompanhar o desenvolvimento da gestação.
No exato instante em que a mulher anuncia ao homem que está grávida, implicitamente anuncia o nome de família que esta criança terá. O impacto da notícia depende da história do casal e do tipo de relação que une o homem e a mulher, que pode ter vários efeitos, desde uma felicidade extrema e compartilhada, até separações, afastamentos e conflitos.
O modo como o homem vivencia a gravidez é diferente da mulher. Mesmo as emoções, apesar de as mesmas, também são vivenciadas diferentemente. E é por isso que as gestantes não compreendem e até se ressentem quando seus parceiros não se manifestam com a intensidade esperada, inclusive quando a gravidez foi planejada e desejada por eles.
Em primeiro lugar, porque desejar um filho é completamente diferente de se projetar como pai. E isto é válido também para a mulher. Enquanto o desejo de um filho situa-se no plano da fantasia, onde todas as expectativas são idealizadas, projetar-se como pai remete-o à realidade das responsabilidades que deverão ser assumidas e pelas quais também se percebe inseguro e despreparado.
Em segundo lugar, porque também se encontra em estado regressivo, quando os conflitos infantis, conscientes e inconscientes, são reatualizados, principalmente no tocante à relação com os pais de origem, em especial, com a figura paterna.
Embora o homem e a mulher contribuam igualmente para a concepção do filho, é a mulher que vai vivenciar as transformações físicas e sentir o bebê crescer dentro de seu corpo. Isto causa muita inveja e ciúme no homem por não poder participar diretamente da díade mãe-bebê, o que pode levá-lo a sentir-se excluído da relação.
Para se fazer um lugar, produzem-se os sintomas que são expressões inconscientes desse desejo. Aparecem, então, sensações semelhantes às da mulher, como aumento de apetite, problemas digestivos, intestinais, aumento de sono... Muitas vezes procura inteirar-se de todas as informações possíveis sobre a gravidez, parto e puerpério, como também de captar a cada instante os movimentos fetais, colocando a mão no ventre da parceira.
Outros homens excluem-se da relação, como se não pudessem ou devessem ter acesso à gravidez. Culturalmente, ainda se lhes encontra enraizado que a demonstração de ternura e os cuidados para com um bebê vão contra o conceito de masculinidade.
Outros, ainda, sentem-se incompreendidos e desamparados em suas angústias e ansiedades, pois também se percebem fragilizados, cheios de dúvidas e com medodo futuro e, sem ninguém para ouvi-los, uma vez que o ambiente mais próximopermanece voltado apenas para a gestante, saem em busca de amigos, ficandocada vez mais afastados do ambiente doméstico, e o que é pior : sofrendo sozinhos.
Mas a psicologia pré-natal, com seus estudos cada vez mais avançados, tem demonstrado claramente a importância para o feto do contato precoce com a figura paterna. Quanto mais cedo o vínculo é formado, tanto pelo contato físico no ventre da mulher quanto pela emissão de palavras, maiores benefícios emocionais trarão após o nascimento, pois o bebê necessita tanto dos cuidados maternos quanto dos paternos, visto ser receptivo e sensível a estes, principalmente se tiveram início na vida intra-uterina.
Como a criança já guarda lembranças na vida pré-natal e é capaz de retê-las, a ligação profunda e intensa pai-feto é essencial para o continuum do vínculo pós-nascimento. Este pai, então, deixa de ser mero provedor para compartilhar dos cuidados básicos com o bebê, bem como de sua educação e desenvolvimento físico-emocional.
Mas os limites de cada um devem ser respeitados. Há pais que por não conseguirem experienciar a troca de fraldas, assumem outras tarefas como dar banho, alimentar, levar a passear. Sendo assim, podem revezar com a mulher, deixando de sobrecarregá-la e de se sobrecarregar, ficando ambos mais disponíveis emocionalmente para o bebê. Além do contato com ele, o homem também tem uma função importante como companheiro, pois transmitindo amor e segurança à mulher, colaborará para que ela acolha mais intensamente seu próprio filho.
Muitos homens se decepcionam com a parceira e vice-versa, por não corresponderem ao ideal de pais que construíram, o que pode gerar novos conflitos ou romper um equilíbrio que já era frágil. Se as expectativas forem irreais, há de se refletir para encontrar um meio de reassegurar o bom entendimento, através de muita compreensão e de ajudas mútuas para sobrepujar as dificuldades que porventura surjam.
O reatamento das relações sexuais também são fonte de grande angústia do homem, visto ainda estar em estado regressivo. O temor de machucar a mulher ressurge com a mesma intensidade que na adolescência, o que causa grande insegurança na parceira por perceber este distanciamento como uma rejeição a si mesma.
Alguns homens se afastam da mulher por estarem ainda ressentidos pelo abandono sofrido durante todo o processo da gestação, o que lhes causou sentimentos de intenso ciúme e rivalidade para com o filho, tal como ocorrem quando nasce um irmão.
Outros, ainda, por sua história pessoal, modelos parentais ou culturais, vêem em suas parceiras apenas a imagem materna, o que tornam as relações sexuais inviáveis. Para outros, ao contrário, a parceira fica ainda mais sedutora, pois foi quem gestou seu filho, prova viva de sua virilidade.
A presença ou não do homem na sala de parto, é outra questão que surge e que depende do desejo e disponibilidade do futuro papai. Há homens que não se sentem à vontade para assistir o parto, pois além de revivenciarem a reatualização da angústia do próprio nascimento, teriam que suportar a culpa e responsabilidade, que muitas vezes surgem, ao se depararem com o que a parceira está vivenciando fisicamente. Outros assumem a tarefa sem dificuldade, funcionando como suporte emocional da mulher e de acolhimento ao bebê nesta sua vinda ao mundo aéreo.
Mas o direito de estar presente na sala de parto, não deve transformar-se em obrigação. Deve ser negociado entre o casal e decidido de comum acordo, o que é melhor para cada um.
Assim como a puérpera, o homem também experiencia a depressão pós-parto, temendo não ser capaz de assumir a nova família, de ser bom pai e, principalmente, temendo perder o lugar que tem junto à companheira, pois sabe que seu filho irá exigir toda sua atenção e cuidados nos primeiros meses.
Mas, essencialmente, o baby blues tem origem no trauma da angústia de separação da mãe e que se funda na cesura do cordão umbilical, no momento do próprio nascimento, que é reatualizado com profunda e intensa ansiedade.
De qualquer maneira, homem nenhum passa imune ao processo de gestação e do nascimento de um filho. Com a evolução dos estudos sobre a relação paterno-filial, desde a vida intra-uterina, muitos homens estão se conscientizando e assumindo a paternidade de modo mais responsável, valorizando a importância de sua participação na vinda e na vida de seus filhos.
Com isto, homens e mulheres poderão estabelecer vínculos mais solidários e sólidos, independentemente da sitituação do vínculo afetivo, o que certamente irá produzir gerações futuras de crianças emocionalmente mais ajustadas, estáveis, seguras e, portanto, muito mais felizes.

Com carinho,
Meu bebê. My baby.

Cuidados com a temperatura do corpo na ginástica.


Ouvi dizer que grávidas têm que tomar cuidado com a temperatura do corpo ao fazer exercícios. É verdade?

Embora não haja provas científicas suficientes sobre os riscos, algumas pesquisas com animais indicaram que um aumento excessivo da temperatura do corpo, especialmente nos primeiros meses da gestação, poderia provocar defeitos de formação no feto.

Assim sendo, o melhor a fazer é pecar pela cautela e evitar uma elevação da temperatura durante atividades físicas, principalmente no primeiro trimestre de gravidez. Saunas, ofurôs e banheiras de hidromassagem muito quentes também devem ficar fora da programação das gestantes, pelo mesmo motivo. Quanto às piscinas aquecidas, certifique-se de que a temperatura da água não ultrapasse os 30 graus.

O ambiente também não pode ser muito quente: em saunas, banheiras ou piscinas com água acima de 30 graus, você pode ter uma queda de pressão e ter mal estar ou sensação de desmaio. 

Sua disposição (não estar se sentindo exausta) e a cor das bochechas (que não devem ficar vermelhíssimas) são ótimas medidas para o quanto de exercícios você pode fazer.

Os especialistas dizem que o melhor é que a temperatura do corpo depois da atividade física não passe de 38 graus, mas você não vai ficar controlando com um termômetro... Por isso, diminua o ritmo do exercício se se sentir muito quente, e prefira locais arejados, à sombra, com ventilador ou ar-condicionado.


Existe algum jeito de ficar fresquinha enquanto me exercito?

  • Vista-se com roupas folgadas e apropriadas para ginástica.
  • Não faça exercícios por mais de 50 minutos sem pausa.
  • Evite atividades físicas em horários muito quentes ou quando o tempo estiver muito úmido.
  • Beba bastante água ou outros líquidos antes, durante e depois dos exercícios, já que desidratação eleva a temperatura corporal. Siga essa orientação mesmo após o nascimento do bebê, especialmente se estiver amamentando.
  • Meça o ritmo das atividades pela maneira como você se sente, e não simplesmente pela frequência cardíaca. Agora que você está grávida, exercite-se com o máximo de segurança e não exija do seu corpo esforço físico extremo.

O limite aconselhado por especialistas é de no máximo 140 batimentos por minuto, mas há quem acredite que ele seja muito conservador. Em dúvida, consulte seu médico.



Com carinho,
Meu bebê. My baby.

Grávida pode tomar banho de ofurô ou hidro, ou fazer sauna?

Por precaução, durante toda a gravidez, é recomendado não usar saunas, ofurôs e banheiras de hidromassagem muito quentes, com temperaturas superiores a 30 graus Celsius. Isso porque há indícios de que o aumento excessivo da temperatura corporal da mãe, principalmente no primeiro trimestre de gestação, pode prejudicar o desenvolvimento do feto. 

Os ginecologistas Eduardo Schor e Gil Kamergorodsky, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afirmam que o superaquecimento pode estar ligado a problemas no tubo neural do bebê. 

É pela mesma razão que, ao fazer exercícios físicos como a hidroginástica você deve tomar cuidado para não deixar o corpo ficar quente demais. 

Outro motivo para ficar longe de ambientes quentes é que as grávidas têm tendência natural à hipotensão (pressão baixa) e, consequentemente, ficam mais suscetíveis a desmaios e sensação de mal-estar. 

Um bom jeito de avaliar a temperatura da água sem contar com a ajuda de um termômetro é colocar o pé dentro primeiro e ver se ele entra com facilidade, sem aquela sensação de que precisa ir aos poucos porque se não vai queimar. Se isso acontecer, é sinal de que a água está quente demais para uma gestante. 

Existem maneiras prazerosas e seguras de relaxar na água durante a gravidez, como em piscinas com temperatura amena, banhos com sais aromáticos ou até duchas frias -- desde que não direcionadas ao abdome. 

Você também pode ver nossas dicas sobre como criar um minispa em sua própria casa e passar minutos preciosos dedicados a você mesma, cuidando da pele e dos cabelos



Com carinho,
Meu bebê. My baby.
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Exercícios para os músculos do assoalho pélvico (exercícios de Kegel)



O que são os músculos do assoalho pélvico?

Esses músculos estão localizados na região entre as pernas, a partir do osso púbico na frente até a base da espinha nas costas. Eles ajudam a sustentar a bexiga, o útero e o intestino, e a controlar os músculos que fecham o ânus, a vagina e a uretra. 

Quando estão fracos ou afetados de alguma forma, como em consequência do parto, por exemplo, eles não fazem seu trabalho de forma eficiente, chegando a causar incontinência urinária, redução no prazer sexual e prolapso ("queda" ou saída do lugar de algum órgão). 

Quem sofre da chamada incontinência de esforço pode deixar escapar um pouco de xixi ao tossir, dar risada ou fazer exercícios. Estima-se que até 25 por cento das mães de primeira viagem sofram desse tipo de incontinência.


De que forma os exercícios pélvicos podem ajudar?

Estes exercícios fortalecem os músculos para que eles voltem a funcionar bem. Quanto mais trabalhados, mais fortes eles ficarão. 

Músculos do assoalho pélvico fortes dão melhor apoio ao peso extra da gravidez, ajudam no segundo estágio do trabalho de parto e, ao aumentar a circulação, auxiliam na recuperação do períneo (área entre a vagina e o ânus) após o nascimento do bebê por parto normal. Quando feitos regularmente, esses exercícios ajudam a prevenir a manifestação da incontinência urinária e do prolapso. 

Outro benefício para as mulheres é que, quando os músculos do assoalho pélvico estão fortalecidos, há maior chance de se chegar ao orgasmo e de ter uma vida sexual mais satisfatória.


Como saberei quais são os músculos do assoalho pélvico?

Imagine estar, simultaneamente, tentando impedir um pum e o fluxo de urina (depois de já ter 
começado). 

Pode parecer fácil, mas para funcionar, você tem que fazer os exercícios sem: 

  • encolher a barriga
  • apertar as pernas uma contra a outra
  • enrijecer o bumbum
  • prender a respiração

Ou seja, somente os músculos do assoalho pélvico devem ser trabalhados. 

Assim como as crianças aprendem a piscar com um olho só usando todos os músculos faciais no começo, você pode achar um tanto difícil usar os músculos pélvicos isoladamente. Mas saiba que, com a prática, fica mais fácil. No início, coloque a mão no abdome ao praticar, para se assegurar de que ele está relaxado. 

Se estiver na dúvida de que está fazendo o exercício corretamente, você pode tentar o seguinte (desde que não haja contra-indicações e você já tenha se recuperado do parto): coloque um ou dois dedos limpos na vagina quando estiver tomando banho e tente fazer o exercício -- você deverá sentir uma leve compressão. 

Outra possibilidade é contrair os músculos durante a relação sexual e perguntar para seu parceiro se ele sentiu alguma coisa (se o exercício estiver correto, ele sentirá como se você tivesse "abraçado" o pênis dele). É bem provável, aliás, que ele goste.


Quando posso fazer os exercícios?

Você pode praticar de pé, sentada ou deitada, mesmo quando estiver no meio das tarefas do dia-a-dia, como escovando os dentes, falando no telefone ou trabalhando no computador. Veja como: 
  • Contraia os músculos do ânus e da vagina como se estivesse tentando não ir ao banheiro.
  • Contraia e relaxe os músculos três vezes.
  • Mantenha-os contraídos, mas continue respirando!
  • Relaxe.
  • Ao voltar à posição normal, empurre os músculos para fora (este último movimento poderá ajudá-la a fazer a força necessária na hora do parto e evitar lacerações). A seguir, contraia o assoalho pélvico novamente.
  • Repita os exercícios várias vezes ao dia.

Agora tente fazer os exercícios de forma lenta e rápida. Primeiro deite, fique de pé ou sente com os joelhos ligeiramente afastados. Depois, siga as instruções abaixo: 

  • Exercícios pélvico lentos: Vagarosamente, contraia e puxe para cima os músculos do assoalho pélvico o mais forte que conseguir. Mantenha-os assim pelo maior tempo possível e depois relaxe aos poucos.
  • Exercícios pélvicos rápidos: Contraia e relaxe os músculos imediatamente.

Repita os exercícios cinco vezes ou até que esteja cansada. 

À medida que os músculos ficam mais fortes, a contração pode ser mantida por mais tempo e a quantidade de repetições pode ser maior. Após algumas semanas, já será possível notar a diferença, mas, para que os músculos tenham força total, você terá que exercitá-los regularmente por meses.


Qual a frequência dos exercícios?

Isso varia muito, dependendo de quão enfraquecidos eles estão, mas tente fazer 50 por dia e vá aumentando, ao longo de algumas semanas, até chegar a 120 diários. 

Para ver como andam os músculos, tente interromper o fluxo do xixi no meio (mas não faça isso com a primeira urina do dia). 

Uma vez que seus músculos pélvicos tenham se fortalecido, é importante manter os exercícios pelo menos por duas ou três vezes ao dia pelo resto de sua vida.


Outras coisas que podem ajudar.

  • Use os músculos do assoalho pélvico quando tiver receio de que urina poderá escapar -- antes de levantar algum peso ou de tossir. Gradualmente, seu controle vai aumentar.
  • Não faça abdominais com as pernas completamente estendidas e também não levante as duas pernas ao mesmo tempo nesse tipo de exercício, o que coloca forte pressão no assoalho pélvico e nas costas.
  • Beba líquidos quando estiver com sede e não vá ao banheiro só "por ir"; faça xixi somente quando sentir que a bexiga está cheia.
  • Fique de olho no peso, porque quilos a mais sobrecarregam os músculos do assoalho pélvico.

Caso você faça parte dos 25 por cento de mamães de primeira viagem que ainda sofrem de incontinência urinária de esforço três meses após o parto, converse com seu médico, que poderá decidir se vale a pena consultar um especialista.



Com carinho,
Meu bebê. My baby.

Atividades que devem ser evitadas na gravidez.

Com o avanço da gravidez, a regra geral é que você evite qualquer atividade que envolva um risco de queda, ou de você sofrer alguma batida na barriga. As pesquisas são controversas quanto aos efeitos do aumento da temperatura do corpo na gravidez, mas os especialistas preferem adotar a cautela, especialmente no primeiro trimestre. 

O mesmo acontece com a elevação dos batimentos cardíacos durante atividades físicas. O limite mais conservador é de 140 batimentos por minuto, mas cada caso deve ser analisado individualmente.

As atividades para as quais há indicações concretas de risco à gravidez são:


  • Parques de diversão e parques aquáticos: Movimentos bruscos e paradas súbitas podem prejudicar o bebê, por isso não vá a brinquedos de parques de diversão ou escorregue em tobogãs de parques aquáticos. Esses locais normalmente têm avisos alertando mulheres grávidas.
  • Bicicleta: Se você não está acostumada a andar de bicicleta, não experimente agora que está grávida. Para mulheres que andam de bicicleta com frequência, dá para continuar pedalando até o segundo trimestre. Depois disso, o centro de gravidade muda e o equilíbrio vai embora, o que pode causar quedas. A bicicleta ergométrica, porém, está liberada, sempre com moderação, como todos os outros exercícios.
  • Esportes de contato: Futebol e basquete são os mais perigosos, porque, além do risco de queda ou de choque com outra jogadora, a bola pode bater na barriga. Antes de praticar qualquer esporte com bola, converse com seu médico.
  • Tênis e vôlei: Se você já está acostumada a jogar, pode ser que o médico libere uma partida mais tranquila -- no entanto, só jogue se ele liberar. Mesmo assim, é preciso prestar atenção, porque a falta de equilíbrio torna mais fácil tropeçar ou simplesmente não conseguir parar ao buscar uma bola. Além disso, há o risco de impacto da bola com a barriga.
  • Esqui e patinação: O risco de queda aumenta muito conforme a barriga cresce, por isso a maioria dos especialistas é contra essas modalidades na gravidez, a não ser quando se trata de uma mulher muito experiente na atividade. Mesmo se for esse o caso, a descida livre no esqui é vetada em qualquer momento da gestação. O mesmo vale para o esqui aquático.
  • Ginástica olímpica: A falta de equilíbrio predispõe a mulher a quedas e a traumas na barriga.
  • Andar a cavalo: Mesmo que você seja uma excelente amazona, não vale a pena correr o risco de sofrer uma queda, coisa que pode acontecer com os melhores cavaleiros. Além disso, pode haver algum outro problema por mera coincidência, como um pequeno sangramento vaginal, e aí é provável que você acabe ficando toda encucada por ter andado a cavalo.
  • Sauna e banheira de hidromassagem muito quente: Há indicações de que o aumento excessivo da temperatura do corpo esteja ligado a malformações no bebê. Além disso, sua pressão pode cair e você pode se sentir mal ou desmaiar.
  • Abusar da corrida: Se você não corria antes de engravidar, este não é o momento de começar. Mas, se você é viciada em correr, pode continuar, desde que com moderação. A partir do segundo trimestre, quando aumenta o risco de queda, corra com mais cuidado.
  • Mergulho: Você não vai poder mergulhar durante a gestação. Atenha-se ao snorkel e fique na superfície. O perigo do mergulho é a formação de bolhas de ar no sangue, na subida, o que pode ser muito arriscado tanto para você quanto para o bebê.
  • Surfe: Atividade vetada devido ao risco de queda e à possibilidade de traumas na barriga.
  • Atividade física na altitude: Os médicos recomendam que as grávidas não façam atividade física a altitudes acima de 1.800 m, para que não falte oxigenação ao bebê. A cidade de maior altitude no Brasil não chega a isso: é Campos do Jordão (SP), com cerca de 1.600 m. Superam os 1.800 m cidades como Cidade do México, La Paz (Bolívia), Bogotá (Colômbia) e Cuzco (Peru), além de estações de esqui como Aspen (EUA), Las Leñas (Argentina), Valle Nevado (Chile) -- mas não Bariloche (Argentina) e Chillán (Chile), que são mais baixas.

O melhor mesmo é você pecar pelo excesso de cautela e adotar as atividades físicas mais seguras para a gravidez, como caminhadas, pilates, yoga e hidroginástica. Mesmo que antes da gravidez você fosse muito ativa, se estiver com risco de parto prematuro ou restrição do crescimento fetal (quando o bebê não cresce à taxa normal), é preciso reduzir a atividade física no segundo e no terceiro trimestre.

Converse com o obstetra para chegar a uma rotina de condicionamento físico adequada para suas condições específicas e para o bebê.

Pare imediatamente de se exercitar e procure ajuda médica se tiver qualquer um dos seguintes sintomas:

  • sangramento vaginal
  • visão embaçada
  • náusea
  • tontura
  • sensação de desmaio
  • falta de ar
  • palpitações
  • aumento do inchaço nas mãos, pés e tornozelos
  • forte dor no abdome ou no peito
  • perda de líquido pela vagina
  • mal-estar
  • ameaça de parto prematuro


Com carinho,
Meu bebê. My baby.